A ASSOCIAÇÃO É IRRACIONAL
A evolução do ser humano, o “Homo sapiens”, sempre esteve estreitamente ligado a vida em sociedade da espécie. Pois, observando-se em volta todo animal vive associado em bando, o que não é diferente com o homem.
Todavia, o único animal racional é o homem, logo, sua associação sempre foi o ponto crucial de todas as divergências. Isso porque, sua racionalidade pondera sobre “O Certo” e
“O Errado”, mesmo porque são aqueles, pontos de vistas diferentes da mesma matéria.
Hodiernamente, vemos que há aumento de violência, agressividade e etc. A sociedade, culpas os administradores, os políticos propriamente ditos.
Mas, nem só deles é a culpa ou nem sequer deles é a culpa!
Primeiro, “porque são gente como a gente”.
Segundo, “porque saíram do meio da gente”.
Desta forma, a evolução do homo sapiens proporcionou-nos isso, e, mesmo que refuguemos este ponto de vista, a visão empírica demonstra cabalmente isto. “Não há como correr!”
Temos que aceitar, porque não há volta...
Por oportuno, não estou pregando história uma apocalíptica, e sim, narrando no meu ponto de vista a “Associação” do ser humano e a sua “Evolução”, muito menos, pregando que só existe associação com a irracionalidade.
Pois, chego neste momento num outro ápice da conversa, o qual é “a tecnicidade da vida da população mundial”.
Haja vista, que todos somos engrenagens de sistema poli-composto de grande amplitude, logo, a vida vêm tornando-se uma rotina técnica sem precedentes. Buscamos a perfeição, a praticidade e nunca pluralidade.
Portanto, o que nos falta é ciência.
Ou seja, entender etimologicamente e morfologicamente de onde viemos, para onde vamos, o que queremos e para que.
De forma, que todos compreendam a equivalência entre “viver bem” e “ganhar bem”, sem aliar um a outro.
Da mesma forma, que uma criança escolhe um carrinho velho, tendo um novinho a sua frente. O que, numa primeira face parece irracional, é na verdade, uma decisão racional demais, isso porque funda-se em princípios, na etimologia da vida, na epiderme da alma.
Por fim, como manter-se uma sociedade que perdeu seu carrinho velho?
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